CUIDE-SE... ESTE BLOGUE TEM BOLINHA VERMELHA EM TODA A SUA EXTENSÃO ...

Substância Activa: Imaginário
Posologia : A qualquer hora,várias vezes ao dia ; Contra-Indicações: Pessoas com mais de 70 anos, bombeiros na pré-reforma ou caixas do Pingo Doce

domingo, 30 de setembro de 2007

Não temos tempo para pensar em coisas FÙTEIS !!!



















OS
AFRICANOS
NÃO
TÊM
TEMPO
PARA
DESPERDIÇAR
COM
AS
LAMÚRIAS
DOS
BRANCOS
(DE BARRIGA CHEIA ! )

P.S. APROVEITE O ESPAÇO EM BRANCO ACIMA E ESCREVA A LISTA DAS COISAS QUE NÃO SERVEM PARA NADA E QUE COMPROU NOS ÚLTIMOS 30 DIAS


CARRANCUDOS...mas PORQUÊ ?

O "branco" é mesmo complicado! Andamos sempre com aquele ar enfadonho, carrancudo, só porque vamos pagar o crédito habitação ao dia10 de cada mês, porque o nosso Clube afinal não joga nada ou porque chegámos a casa com uma tesão enorme e nesse dia ela diz "Veio-me o período! ". Mas quem nos mandou a nós comprar uma casa na Linha em vez de ir para Massamá, quem tem a culpa que os jogadores sejam umas "araras" com mais jeito para o ballet ou para queixinhas ou até mesmo quem nos manda a nós chegarmos a casa com tesão depois de só termos aturado estafermos no trabalho?
Os africanos são diferentes. Quase nunca estão carrancudos.
Mesmo quando estão a morrer (seja do que for).
Nós, os brancos, devíamos pensar que temos tudo facilitado:
* abrimos a torneira e sabemos que a água vai correr
* não temos que abastecer o gerador para ter electricidade em casa
* não temos que fazer "shunt" para ter mais que uma fase no quadro eléctrico
* não precisamos comprar agua do Luso para lavar os dentes
* vamos á farmácia e temos os medicamentos dentro do prazo
* em pleno sec.XXI não corremos o risco de ver os filhos morrer de tifo, difteria, tosse convulsa
* temos dinheiro para fazer uma refeição decente por dia* nos nossos hospitais ainda há soro e paracetamol*nas nossas escolas ainda há giz

* não temos o problema do EBOLA
( TEM CONTINUAÇÃO !!! )

O Mundo às Cores


Porque é que os viadutos são cinzentos? Para não confundir a GNR! Imaginem que os viadutos, taciturnos, com aquele cinzento pesadão, a cheirar a suor de ucraniano ou cabo-verdiano, fossem vermelhos ou verdes. Um tipo ao chegar ao trabalho podia dizer ao colega: "Epá, acabei de passar no vermelho!". Mas podiam fazer os viadutos e pintá-los de azul. Aí a conversa já seria outra, mesmo para passar o tempo no trabalho, do género: "Epá, passei no azul". Ao que o colega, com mais vontade de passar o tempo, perguntaria :"No azul royal ou no azul marinho ? " , ao que o primeiro responderia, não de pronto, mas após a décima quinta ida ao WC : "Vim pelo turquesa". E por aí fora: "Turquesa claro ou escuro? " Após uma longa pausa..."Era mais um turquesa celeste, tipo Selecção do Uruguai !!! "

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

As Mulheres-Parte I

A Senhora do Shopping


O casamento de Marina não resultou.
Separou-se de Carlos, um agente comercial, poucos meses depois de se casarem, em Junho, numa tarde estranha em que o sol se escondeu.
O raio do Inverno está à porta e este ano, dizem, vai ser gélido e chuvoso e ela precisa mesmo de aquecer a alma e o corpo.
Marina já fez de quase tudo na vida.
Certo dia, para desenrascar uma amiga, fez uma tarde numa loja de bijouterias, que ficava num conhecido shopping do centro da cidade. Até hoje. Agora sente que se tornou viciada naquele ambiente artificial onde o dia e a noite se tocam e entrelaçam. O frenesim das horas de almoço e jantar, o soar desconcertante e rouco dos alarmes de presença, aquele vaguear cinzento e arrastado dos seguranças.
Marina não se enquadra na típica rapariguinha do shopping - como diz a música . Ela é madura, controlada e profissional.
Manuel S. abomina, e raramente frequenta, centros comerciais, shoppings, galerias ou seja o que for da mesma laia. A última vez que entrou num foi para comprar uma caixa de cigarrilhas, daquelas feitas nos Açores, para queimar na despedida de solteiro de um amigo que conheceu na escola de condução. Um louco, cabelo comprido, ripado por manchas aloiradas provocadas pelo wax usado nas pranchas de surf. Durante as aulas de código ficavam lá no fundo da sala a comer amendoins, troçando com alarves gargalhadas as imbecis respostas que os mais velhos e desajeitados alvitravam.
Mas houve um tempo em que Manuel foi mais vezes ao shopping. Um tempo que recorda. O tempo em que conheceu Marina. Ela trabalhava num pronto-a-vestir para homem. O dono tinha todo aquele corredor. Um moçambicano nascido em Goa.
Manuel tinha acabado de conseguir o seu primeiro emprego, como estagiário numa empresa de contabilidade, estudos de mercado e auditorias.
Era altura de comprar dois fatos, meia dúzia de camisas, brancas, e outras tantas gravatas. Mas a vontade é pouca. Fica deprimido só de pensar no inferno que é despir, marcar bainhas e voltar a vestir.
Decide recorrer ao pequeno centro comercial da sua zona. Assim, evita a vergonha de ter que ficar ali de frente para o espelho enquanto a populaça vai passando com os carrinhos do hipermercado e os adolescentes a atascarem-se nos ruinosos baldes de pipocas.
Escolheu a loja e entrou.
A empregada, de costas junto a uma das cabines de provas, não se apercebeu da sua presença.
Manuel chocalhou as chaves do carro.
Marina virou-se e viu um jovem na zona dos blazers. Ajeitou a saia, puxou o pequeno cortinado da cabine de provas e dirigiu-se a ele. Parece-lhe um destes yuppies das últimas fornadas de recém-licenciados, fato cinzento-escuro, bem barbeado, cabelo e mãos cuidadas. Ela tem um sobrinho assim.
Manuel gosta dos seus óculos, sensuais, e das suas coxas. Ela é pequena, sardenta e usa o cabelo curto, com gel e puxado para trás. Uma mulher normal, mas que se cuida.
_ Por favor, em que posso ajuda-lo?
Uma mulher com voz rouca sempre lhe provocou um inchaço nas calças, um arrepio. Não sabe porquê mas dá-lhe um enorme tesão.
- Preciso que me ajude a escolher um fato, talvez azul … para variar.
- Qual é o seu número de camisa?
- Penso que é o quarenta, não sei bem... depende das marcas – esclarece ele, enquanto despe o casaco.
- Sim. Deve ser quarenta ou quarenta e um – confirma ela, tirando uma fita métrica da gaveta.
Marina escolhe dois modelos.
- Veja estes. São da mesma marca, muito boa qualidade...
- São iguais, não?
- São parecidos. Um tem três e o outro tem cinco botões e, além disso, este tem racha atrás...
- Prefiro com racha – diz ele.
- È sempre uma boa opção... – assenta ela, sorrindo.
- Posso experimenta-lo?
- Claro. Esse aí não que é um cinquenta e seis...vou buscar os cinquenta e dois...
Entra na loja um velhote. Já terá por certo comprado dezenas de fatos. Ainda usa alfinete de gravata. Quando ela regressa da contra loja o velhote já não está lá.
- Cá está – diz ela – experimente na cabine do lado direito.
- Separe-me aí três camisas brancas, podem ser todas iguais, e junte por favor a essas gravatas que estão em cima do balcão.
Manuel inicia a árdua tarefa de experimentar a roupa.
- Pode marcar, por favor?
Marina desvia o cortinado. Observa a forma como caem as calças.
- O que é que acha? – Pergunta ele.
- Meta a camisa para dentro das calças e coloque-as na cintura, tal e qual como usa – pede ela.
Marina retira alguns alfinetes duma caixa e segura alguns com os lábios. Baixa-se. A saia sobe ligeiramente. Aquela posição deixa-o louco. Naquele cubículo está o maior índice de rebarba por metro quadrado. Uma mulher a sério, pensa, não deixava escapar aquela ocasião para se meter com ele. Podia dizer-lhe qualquer coisa do tipo “ gosto dos seus boxers “ ou “ você é incrivelmente peludo “ ou até “ adorava assediá-lo agora mesmo mas estou com a merda do período”.
Marina acha-o um rapaz engraçado mas demasiado certinho. Bem, ás vezes estes caladinhos são os piores.
Manuel escolheu mais um fato. Também azul, mas mesclado. No fim, repara que se excedeu na quantidade de peças.
- Posso pagar com cartão de crédito?
- Pode. Fica tudo pronto no sábado, a partir das dezoito horas .
Desce a escadaria do shopping – elevadores nunca – quando sente o toque do telemóvel no bolso das calças. Era ela a pedir-lhe para regressar à loja. Fica intrigado. Quando entra vê Marina com o braço esticado e um molho de chaves balouçando na ponta dos dedos.
- È sempre a mesma coisa... as últimas perdia-as num táxi .
- È um hábito perigoso nos dias que correm – exclama ela.
- Posso oferecer-lhe um café?
- Não posso abandonar a loja... só ás onze! - Diz, fazendo beicinho.
- Combinado. Às onze em ponto estou lá em baixo, junto ao quiosque da entrada.
A noite vai arrefecendo.
Manuel deixa passar o tempo, fechado dentro do carro. Está completamente embaciado. Vai observando meticulosamente as pessoas que entram e saem. O consumismo atrofia as mentes.
Está um frio tremendo. Agora bem que comia umas castanhas assadas.
De repente Manuel lembra-se duma coisa. Abre com um esticão o porta-luvas do carro. “Foda-se, esqueci-me das camisas de Vénus “. Olha para o relógio. Ainda ao tempo para ir procurar uma farmácia de serviço. Sim, porque não há nada pior que comprar camisas de Vénus no supermercado. Ao passar pela menina da caixa temos cem gramas de fiambre, dois quilos de batatas, leite do dia e uma caixinha de camisas. Com o farmacêutico temos anti-alérgico, anti-histamínico, anti-pirético e uma embalagem de preservativos. No supermercado é pouca-vergonha, na farmácia é responsabilidade.
Manuel chegou ao local do encontro dois minutos depois das onze. Junto ao quiosque está um sujeito com ar rufia. Também espera por alguém. Tem um jornal aberto na página das linhas eróticas com um destacável ao centro que diz “aumente o seu sexo”.
Marina desce a escada rolante junto ao quiosque e toca no ombro de Manuel.
- Então, onde é que vamos tomar café? - Pergunta ela.
- Um sítio bom... Escolha.
- Temos aqui perto um bar carruagem.
- Vamos lá. - aprova ele.
- Chamo-me Marina e você é...? -pergunta, esticando a mão.
- Manuel.
No bar, preferiram sentar-se lado a lado, ela encostada à janela. Trocaram palavras, achegas e olhares. Uma vez a mão dela tocou a sua perna. Ficou aturdida. Depois, pediu licença e foi à casa de banho. Quando regressou confessou-lhe:
- Sabes, pode parecer-te estranho mas á pouco quando toquei na tua perna senti um arrepio.
Manuel ficou em brasa. O mundo deixou de ser monocromático e afinal duas rectas paralelas encontram-se muito antes do infinito.
- Ora, o café aqui é afrodisíaco?
- Ouve, estou a falar a sério! Nunca senti isto na vida. Juro-te! – assenta ela.
- Nem com o teu ex-marido?
- Nunca!
Marina faz uma pausa, baixa a cabeça e coloca a mão esquerda na testa. Está confusa. Conhece este fulano à menos de uma hora e namorou com Carlos meia dúzia de anos!
- Pareço-te ousada? Soa-te a falso? Imaginas-me vulgar? – interroga ela , com voz trémula.
- Pára! Não é nada disso. Não te sintas vítima da tua intuição, do teu corpo! – responde-lhe Manuel .
Marina pediu-lhe para a deixar no parque de estacionamento do shopping, onde tinha o carro. Marcaram novo encontro para sábado à noite. Ela folga Domingo. O usurário do patrão toma conta da loja.
Manuel sentiu-se inspirado por aquela mulher de beleza normal. Sentiu-se vulnerável, como uma estrela-do-mar enrodilhada numa serpentina de fios de pesca à mercê dos polvos e caranguejos de grande cachola. “ Caramba, que mariquice! Eu quero é comê-la! Estou-me nas tintas que a tipa esteja em ressaca pós-separação “.
São quase duas da manhã quando chega a casa. Prepara leite com cacau e deita-se. Esteve quase para se masturbar mas teimou que não e adormeceu a pensar nas castanhas assadas.
Manuel vai busca-la a uma estação de comboios no sábado. Lancham numa esplanada à beira mar. Pelo menos não há vento. Falam de música, dos concertos que já viram, e dos livros que os marcaram.
- Fala-me um pouco mais de ti – pede Manuel.
- Que queres saber?
- O que quiseres contar. A tua família, os teus projectos...
- Tenho duas irmãs, eu sou a do meio. O meu pai já é falecido, tinha eu doze anos. Ao nono ano deixei de estudar. Tínhamos que ajudar a nossa mãe. Só a minha irmã mais nova seguiu os estudos... formou-se em Línguas e Literaturas Modernas. E tu, tens irmãos?
- Negativo. Sou filho único.
- Mimado, portanto...! Fazias birras? – pergunta ela sorrindo.
- Nem por isso. E namorados?
- Muito poucos. Devia ter gozado mais a vida. Conheci o meu ex-marido na praia, começamos a namorar – tempo demais – e depois casamos... Mas as coisas não correram nada bem!
O sol vai-se eclipsando no horizonte.
O mar devolveu ao areal da praia garrafas e sacos plásticos.
Manuel encostou o seu blusão ás costas de Marina. Fica-lhe enorme.
- Tu és alto... medes quanto?
- 1, 80 m !
- Hum... Gosto de homens altos!
- Marina, vamos petiscar qualquer coisa? – disse ele disfarçando .
- Já estás com fome? Pois, para alimentar esse corpinho!
- Gostas de comida italiana?
- Sim.
Marina parou de repente.
- Tenho cannelloni lá em casa... posso convidar-te? – perguntou ela.
- Mas hoje é a tua folga!
- Vamos lá... acho que estou inspirada!
- Está bem, aceito.
Não mais falaram até chegarem à casa dela. Entraram. È um apartamento simples e pequeno mas acolhedor devido aos tons pastel com que foi decorado. A sala tem uma grande variedade de puffs no chão, alguns com motivos orientais. E elefantes por todo o lado. Pequenos e grandes, de madeira, de vidro, porcelana e até marfim.
- Fazes colecção de elefantes?
- Adoro elefantes... não te consigo explicar donde vem esta fixação.
- Aposto que te fartaste de gastar moedinhas no Jardim Zoológico! Vamos acompanhar esse petisco com quê?
- Eu só bebo água!
Enquanto ela prepara a comida, Manuel vai à mercearia ali perto comprar um vinho tinto. Marina concordou beber um bocadinho e por isso ele escolhe um vinho macio, pouco encorpado, do Douro. Ele gosta da vida assim, surpreendente, com ritmo.
Jantaram frente a frente, olhos nos olhos.
Manuel pediu-lhe picante. Só havia molho inglês, num frasco ainda por abrir.
Marina acabou por beber dois copos de tinto. Quase no fim do jantar, quando se levantou para buscar o gelado de nata, passou-lhe a mão pelo cabelo.
Ele não pensou duas vezes. Agarrou-a pela cintura. Marina deixa-se enlaçar. Sente-se prisioneira do medo de gostar. Não entende porquê pois o que a motivou foi viver intensamente um flirt, profanar a sua consciência, tantas vezes reprimida na adolescência.
Manuel abraça-a, depois segura-lhe suavemente o pescoço com as mãos – os polegares tocam-lhe nos lóbulos das orelhas. Beijam-se, as línguas violam-se. Uma das mãos dele descaiu para o seu traseiro e a outra navega indecisa entre as suas mamas. Ela sente um rubor descontrolado.
Manuel deita-a no sofá. Roçam-se violentamente. Puxa a mão dela para o seu sexo. Ela sente-o estremecer. Ele tenta , desajeitado, abrir o fecho lateral da saia. Por fim consegue. Descobre os seus pêlos e depois os finos lábios daquela vulva macia. Enquanto a beija no pescoço percorre o seu clítoris num frenético movimento circular.
Marina arqueja o tronco e aperta com vigor o pau dele. Desaperta-lhe os botões de mola das calças. Quando sente o instrumento dele finalmente liberto, baixa-se dobrando-se sobre os joelhos e toma-o na boca.
Manuel vai entrar em coma. “Ela faz isto muito bem” pensa. Sente que está por segundos. Enquanto ela o chupa, segurando delicadamente as suas bolas, Manuel recorda aquela fantasia de sempre. Ele está deitado de costas no chão e o seu pau está erecto, fazendo um perfeito ângulo recto. Uma mulher, asiática, muito pequena, enrosca-se no seu pénis. Ele, com as mãos, fá-la rodar tipo peão. Atinge uma rotação tal que, quando se vem, o esguicho de esperma lhe sai pela boca. Esta fantasia já uma vez se transformou em pesadelo. A mulher roda de tal forma que quando sai de cima dele o seu pénis está completamente esfrangalhado, ensanguentado.
Retira-se da boca dela. Eleva-a sobre as suas coxas. Tenta colocar a camisa.
Ela mordisca-lhe os mamilos enquanto lhe crava as unhas nas costas. Manuel penetra-a finalmente. Gozam durante algum tempo, sempre naquela posição. Para ela é a melhor. Manuel tenta mudar mas ela insiste. Marina pede mais um pouco. “Estou quase, vou-me vir, vou-me vir “ grita ela. Deixa cair os braços, derrotados. Manuel retira-se e puxa a camisa. Inclina-se sobre o seu peito e vem-se. O sémen dele atinge as suas mamas, a sua cara e o braço do sofá.
- Foi muito bom! - diz ela.
- Foi muito bom! Temos que repetir. És fantástica!
- E agora, Manuel?
- Agora?... Agora, ia uma gemada! – diz sorrindo.
Manuel e Marina tiveram um caso durante quatro meses. Havia admiração mútua. O sexo era bom e ficava sempre para o final do dia, depois de óptimas conversas numa tertúlia a dois.
Marina tornou-se perita em sexo oral, continuou na mesma loja do indiano ferreta e casou pela segunda vez com um tipo ainda mais alto que Manuel.
Manuel passou a colocar preservativos mais rápido que mecânicos de fórmula um, foi promovido na empresa e continuou a ter o mesmo pesadelo de sempre.

* The End *

Manel(as)

Ó ninfa , que das graças melindrosas
Tens na face a lindeza , o riso , as cores ,
Na face , mimos toda e toda flores ,
Que é metade jasmins , metade é rosas !

BOCAGE

O Porque e o Porquê


Porque se observa tanta coisa desta sub-cave do sonho ! Ao acordar subo uma pequena escadaria,que se esquiva envergonhada daquele vão de escada lôbrego, e confronto-me com os primeiros raios do despertar cruel.